Metadados do trabalho

Artivismo Como Linguagem De Resistência: Estudos A Partir Da Iniciação Científica

Joubert de Assis Azevedo; Jonas Karlos de Souza Feitoza; Lays-Nara-Do-Rosario-Silva; Ana Cleide Dias de Anorato Borche

Esta pesquisa de Iniciação Científica tem como objetivo principal revisar e sistematizar a literatura sobre a intersecção entre Arte e Política para subsidiar produções em dança como estéticas de resistência. O estudo não se propõe a analisar nenhuma obra artística, mas, sim, a realizar uma revisão bibliográfica sobre o artivismo na percepção do autor Paulo Raposo, enquanto linguagem política e estética capaz de tensionar estruturas de poder e construir novos modos de habitar o mundo. A metodologia consiste em pesquisa bibliográfica e análise crítica das produções do autor: "Artivismo": articulando dissidências, criando insurgências (2015), A Revolta das Barcas (2016), Performances políticas e artivismo: arquivo, repertório e re-performance (2022) e Arte e política: o artivismo como linguagem e ação transformadora do mundo? (2023). A revisão aponta que o artivismo combina criatividade e ação direta, apropriando-se do espaço público para confrontar necropolíticas e violências estruturais. Destarte, essas práticas fomentam novas ecologias de encontro, reforçando a arte como ferramenta de resistência, crítica e invenção de futuros.

Palavras‑chave: Arte; Política; Artivismo  |  DOI: 10.29380/2026.E12.1330

Como citar este trabalho

AZEVEDO, Joubert de Assis; FEITOZA, Jonas Karlos de Souza; LAYS-NARA-DO-ROSARIO-SILVA; BORCHE, Ana Cleide Dias de Anorato. Artivismo como linguagem de resistência: estudos a partir da Iniciação Científica. Anais do Colóquio Internacional Educação e Contemporaneidade, 2026 . ISSN: 1982-3657. DOI: https://doi.org/10.29380/2026.E12.1330. Disponível em: https://www.coloquioeducon.com/hub/anais/1330-artivismo-como-linguagem-de-resist-encia-estudos-a-partir-da-iniciac-ao-cient-ifica/. Acesso em: 1 maio 2026.

Sumário

Artivismo como linguagem de resistência: estudos a partir da Iniciação Científica

Palavras-chave

Arte; Política; Artivismo

Autores

  • Joubert de Assis Azevedo
  • Jonas Karlos de Souza Feitoza 0000-0002-8520-041X
  • lays-nara-do-rosario-silva
  • Ana Cleide Dias de Anorato Borche

Abstract

This ongoing undergraduate research project investigates the intersection of art and politics to foster dance productions as aesthetics of resistance. It aims to analyze artivism, as perceived by Paulo Raposo, as a political and aesthetic language capable of challenging power structures, giving visibility to dissident subjects, and constructing new ways of inhabiting the world. The methodology consisted of bibliographical research and critical-interpretative analysis of several of the author's works: "Artivism": Articulating Dissidences, Creating Insurgencies (2015), "The Boat Revolt" (2016), "Political Performances and Artivism: Archive, Repertoire, and Re-Performance" (2022), and "Art and Politics: Artivism as a Language and Action for Transforming the World?" (2023). Studies have shown that artivism combines creativity and direct action, appropriating public space, collective memory, and digital networks to confront necropolitics and structural violence. Thus, these practices foster new ecologies of encounter, strengthen plural identities, and propose alternative horizons for life, reinforcing art as a tool of resistance, critique, and invention of futures.

RAPOSO, Paulo. Arte e Política: o artivismo como linguagem e ação transformadora do mundo? GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia, São Paulo, v. 8, n. 1, p. e202989, 2023.

RAPOSO, Paulo. Performances políticas e artivismo: Arquivo, repertório e re-performance. Novos Debates, [S. l.], v. 8, n. 1, p. E8119, 2022.

RAPOSO, Paulo. A “Revolta das Barcas”: sobre silenciamento performativo e imaterialidade do protesto na (in)visibilidade contemporânea das periferias urbanas. GIS - Gesto, Imagem e Som - Revista de Antropologia, São Paulo, v. 1, n. 1, p. 59-88, 2016.

RAPOSO, Paulo. “Artivismo”: articulando dissidências, criando insurgências. Cadernos de Arte e Antropologia, Salvador, v. 4, n. 2, p. 3-12, 2015.

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